SOS ABORTO

Fui estuprada.
ESTUPRO é a relação sexual, entre homem e mulher, pela força e contra a vontade da mulher.
A violência pode ser física ou moral. Basta que esta violência se mostre eficiente para criar um constrangimento irresistível, contra qual a mulher cede aos desejos libidinosos do estuprador, não por sua (da mulher) livre vontade, mas constrangida pela violência ou grave ameaça.
Não importa se a mulher seja virgem, solteira, casada, viúva e mesmo garota de programa ou prostituta.
Também, se o homem for marido da mulher, ocorre estupro se a relação for realizada contra a vontade dela.


o que fazer
Engravidei, inesperadamente.
Infelizmente, cada vez mais, ocorrem gravidezes inesperadas e, normalmente, essas gravidezes são, também, indesejadas. O pior dessas situações é ser a gravidez indesejada, o que necessariamente significa "filho indesejado". E aí está o trágico da situação que se apresenta como um perverso e nefasto ciclo vicioso, pelos dois ângulos que se olhe o sentimento envolvendo as pessoas que vão vivenciar a questão: "mãe" e "filho".
Pelo lado da mãe, rejeitar um filho é um processo que, no futuro, ao passar o interregno do processo de decisão sobre levar a termo a gravidez, causará traumas psicológicos à mãe que rejeitou o filho, independentemente da decisão tomada, sendo desastrosos os traumas, na hipótese de interrupção da gravidez.
Pelo lado do filho por nascer, ser rejeitado, ainda que a gravidez seja levada a termo natural, causa-lhe traumas que serão carregados para o resto da vida.


o que fazer

Meu bebê é anencéfalo.
A anencefalia é proveniente de um defeito de fechamento da parte anterior do tubo neural, que ocorre entre a terceira e quarta semanas de gravidez. As suas principais características são a falta de desenvolvimento da calota craniana, couro cabeludo e, principalmente, o comprometimento da parte anterior do encéfalo que origina os hemisférios cerebrais. As porções média e posterior do encéfalo podem ter grau variado de desenvolvimento, chegando a permitir que essas crianças respirem espontaneamente, chorem, deglutam, façam expressões faciais, movimentem os membros e respondam a estímulos nocivos. Mesmo sem embasamento, alguns tentam definir a criança com anencefalia como em morte encefálica, mas o simples fato dela respirar espontaneamente, comprova a presença de um tronco encefálico funcionante e descarta completamente esta possibilidade.

Rodolfo Acatauassú Nunes e Paulo Silveira Martins Leão Júnior.

o que fazer
Engravidei, não desejo o bebê.
Infelizmente, cada vez mais, ocorrem gravidezes inesperadas e, normalmente, essas gravidezes são, também, indesejadas. O pior dessas situações é ser a gravidez indesejada, o que necessariamente significa "filho indesejado". E aí está o trágico da situação que se apresenta como um perverso e nefasto ciclo vicioso, pelos dois ângulos que se olhe o sentimento envolvendo as pessoas que vão vivenciar a questão: "mãe" e "filho".
Pelo lado da mãe, rejeitar um filho é um processo que, no futuro, ao passar o interregno do processo de decisão sobre levar a termo a gravidez, causará traumas psicológicos à mãe que rejeitou o filho, independentemente da decisão tomada, sendo desastrosos os traumas, na hipótese de interrupção da gravidez.
Pelo lado do filho por nascer, ser rejeitado, ainda que a gravidez seja levada a termo natural, causa-lhe traumas que serão carregados para o resto da vida.


o que fazer

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